intuição!!!!!!!!!!

intuição!!!!!!!!!!
Talvez a linguagem mais interessante que nossa mente nos fornece seja a intuição, esta percepção profunda que se nos dá, trazendo a sensação de que já sabemos ou que obtemos a resposta bem antes de tomar qualquer decisão ou ação.

Chamamos a intuição de a "Voz do coração", esta primeira mensagem que recebemos quando pensamos em algo ou em alguém.

Na verdade, foi ouvindo a voz da intuição que muitas pessoas deixaram de embarcar em aviões que acabaram caindo, outras trouxeram para nós invenções importantes, além de muitos diagnósticos que são feitos tendo na sua base esta sensação de que "sei o que é isso. Não com meu raciocínio, mas com o meu coração"

Mas como fazer para provar a intuição? Não me ocorre uma forma. Talvez você possa sugerir alguma. Como fazer para ensinar às pessoas a intuição? Claro que somos todos intuitivos por natureza e basta que soltemos as amarras do julgamento e das crenças preconceituosas para ouvir esta voz do coração. Mas como dizer às pessoas: confie nesta voz, siga esta voz, acredite naquilo que é seu. Fuja daquilo que querem fazer você acreditar.

Perceba o movimento que seu corpo faz quando alguém que não vai lhe fazer bem aproxima-se. Mas o que normalmente fazemos? Não damos atenção a esta forma de intuição e estendemos a mão para esta pessoa e falamos "muito prazer" quando o que queríamos dizer era: "não tenho nenhum prazer em conhecê-lo". E ficamos por perto, almoçamos com ela e em alguns casos, acabamos nos tornando empregados desta pessoa, ou amigos ou amantes e as conseqüências disso não tardam a aparecer. Só que sua intuição já tinha avisado tudo isso no momento do encontro. Não teria sido mais fácil escutá-la?

Sei que não é fácil escutá-la. É preciso treinar, errar e acertar, e ter tempo para conferir os resultados. Enfim, experiência e confiança. Coisas que só ganhamos mesmo quando vivenciamos cada momento. Mas o importante mesmo é começar a praticar. eu sei que não é facil, mas tentar é o caminho.....eu digo sempre que meu simancol está ligado no 220 rssr.........intuição eu tenho de sobra.
pratique isso.. boa sorte!!!!!
# Enviado em Sábado 03 Maio 2008 21:50
Modificado em Domingo 11 Maio 2008 02:12

ORAÇÃO UNIVERSAL

Ó Deus de nossos corações,
Grandioso e Misericordioso,
Pai de todas as multiplicidades dos mundos.

Princípio de todas as belezas,
Emanador Celestial de Amor.
Alimento de perdões e do poder da humildade,
abençoa-nos neste sagrado momento.

Teu Amor transbordante enche nossos corações
de preciosidades angélicas, e faz vibrar
Tua Beleza em nossas almas espirituais.

Olhamos para Ti neste recinto
sagrado e decretamos em cada irmão e irmã
a Tua paz, a Tua harmonia, a Tua
alegria para toda a Terra.

Que se desintegrem os sofrimentos,
desapareça a morte e que impere a Vida!
Que haja opulência, que todos colham
a Luz do mundo espiritual para o
mundo material humano e que todos
sejam felizes, vivendo o mundo de Deus.
Que assim seja!"AMÉM"
# Enviado em Sábado 03 Maio 2008 21:28

AMOR VIRTUAL

AMOR VIRTUAL
A cada dia a humanidade descobre uma nova forma de se relacionar, somos sedentos de relação, nos relacionamos para nos desenvolver emocionalmente e para sobreviver. O ser humano só adoece.

É a busca de completude, de compartilhar, de ser entendido, ouvir, aprender, desenvolver-se que faz o movimento das relações. Mas para relacionar-se é preciso vencer o medo, medo de não agradar, medo de não ter assunto, medo de não ser atraente, medo de não ser inteligente, medo de se envolver, medo de amar, medo de se machucar, medo de não ser correspondido, medo simplesmente de não ser aceito, medo da violência, medo da humanidade... medo.
É possível Amar virtualmente?
Acredito que apaixonar-se sim, amar talvez seja mais difícil. Amar implica em conhecer o outro, em aceitá-lo e ser aceito, com todas as qualidade e defeitos, o “pacote completo”.

O ser humano é mais do que suas palavras, ele é também atitude, tom de voz, ritmo, expressão, espontaneidade e criatividade interagindo dinâmicamente. O que falta nas relações virtuais é o mesmo que faltava nos relacionamento por carta e nos “amores platônicos”, falta o “olho no olho” e a fala articulada com a expressão de todo o corpo que concede a credibilidade àquele que escutamos. E falta principalmente o toque, como expressão de carinho e fonte de prazer, isso não será jamais substituído.

Antes a vida que o medo, não importa o meio de comunicação, importa a relação que você faz e com quem você se comunica.

Não importa se o outro mente ou não, importa o quanto você deseja ouvir aquelas mentiras...

Não importa a realidade em que você vive, mas a ilusão da qual você não quer participar...

Ensaie à vontade pela Internet, mas tente, ouse, se proponha a vencer suas dificuldades de relacionar-se, sua timidez e procure relações ao alcance de suas mãos e de seus olhos.
sei que o mistério e fascinate,mas o tocar das mãos é sem palavras a emoção que o meu coração mais gosta!bjsssssss
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# Enviado em Sábado 03 Maio 2008 21:14
Modificado em Sábado 03 Maio 2008 22:56

sentir!!!!!!

sentir!!!!!!
O amor está em toda parte. É um estado de ser, uma disposição interior, que se expressa de muitas maneiras: por meio de um olhar, de um toque, de um gesto, de uma expressão facial ou da natureza que nos rodeia.

Na verdade, porém, raramente percebemos a sua presença, angustiados que estamos com os afazeres cotidianos.

As nossas ansiedades fazem com que fiquemos embrutecidos. A pressa impede-nos de ficarmos atentos ao amor e percebermos que ele é o ar do ar que respiramos.
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# Enviado em Sábado 03 Maio 2008 20:54

Um pouco de piedade por tanta leviandade!

Um pouco de piedade por tanta leviandade!
Segundo o Aurélio, leviano é um adjetivo e significa: “que julga ou procede irrefletidamente; precipitado, inconsiderado, imprudente. Sem seriedade, inconstante”.

Eu começaria lançando um questionamento íntimo e pessoal: quem, em toda a sua vida, nunca agiu de modo irrefletido, nunca foi precipitado ou imprudente? Quem, de modo algum, jamais, agiu sem seriedade ou foi inconstante?!?

Creio que, alguns mais, outros menos, todos nós já fomos levianos alguma vez na vida! Portanto, deveria se tratar apenas de mais um adjetivo que caracteriza nossa condição de imperfeitos! No entanto, o que me parece é que a leviandade passou a ser a base de muitas atitudes e recorrentes escolhas, especialmente aquelas que ganham destaque na mídia, seja de que modo for – para o bem ou para o mal.

Assim, já não amamos ou odiamos pelo que realmente somos ou baseados naquilo em que realmente acreditamos. Já nem sabemos mais quais são os valores que nos guiam, as verdades que nos conduzem. Perdemos o bom senso, a noção de limite e a capacidade de crítica.

Do mesmo modo que elegemos um “zé ninguém” como celebridade, passamos a admirar e respeitar uma “maria vai com as outras” como ditadora de um estilo ou de uma teoria qualquer, também dizemos que amamos para todo sempre um “fulano” que nem sabemos quem é... que acabamos de conhecer ou sequer tivemos essa oportunidade. Amamos virtualmente e tudo bem!

E neste ritmo, vamos apostando em sentimentos levianos, que não existem, que não têm raízes. Gente! Sentimentos precisam ser cultivados, nutridos e considerados como algo muito importante – porque são muito importantes! E o que é importante carece de dedicação, delicadeza, intensidade, tempo... Carece de troca, partilha, disponibilidade, experiências em comum... É o exercício do sentir que torna real o sentimento.

Mas porque temos abandonado nossas referências sobre o que seja sentir de verdade, terminamos acreditando que temos muito mais direitos e muito menos deveres do que deveríamos nessas relações levianas e vazias que insistimos em sustentar.

E toda vez que nos esvaziamos do que poderia ser criativo, produtivo e transformador, chegamos mais perto das tragédias e da insanidade, das ações impulsivas e das escolhas desesperadas... Caímos em nossas próprias armadilhas e nem percebemos.

Sabe qual é a reação das pessoas que nos assistem? A mesma que a nossa diante da queda do outro: nos achamos os donos verdade! Acusamos, apontamos o dedo, julgamos, condenamos, massacramos, comportamo-nos tão monstruosa e indignamente quanto os mais terríveis levianos. E nos chamamos de justiceiros...

Quanta falta de humanidade de todas as partes: de quem comete a insanidade e de quem aponta o dedo como se fosse perfeito. Quanta falta de referência: nem Jesus, nem Buda, nem Madre Tereza, nem o Dalai Lama, nem nenhum outro grande Mestre jamais defendeu o atirador da primeira pedra. Pelo contrário, todos eles pregaram a compaixão, o perdão e a lembrança de que somos todos iguais, sem o direito de julgar o outro.

E o que temos feito?!? Leviandades... nada mais que leviandades... maiores, menores, estrondosas, imperceptíveis... não importa o tamanho... temos cometido inúmeras leviandades e continuamos nos considerando os melhores, os mais corretos, os mais repletos de razões.

Neste momento e de hoje em diante, quero apenas olhar para o meu próprio dedo e – mais do que justiça – pedir piedade, porque é disso que todos nós estamos precisando!
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# Enviado em Sábado 03 Maio 2008 20:24